Te amo tanto, que ódio!
Amo te odiar, e também odeio te amar
Quero você bem perto de mim,
Quanto mais longe, melhor!
Seu carinho me acalma, relaxa, me irrita!
O cheiro do seu perfume me lembra coisas boas,
Como as que se guardam no esgoto
O esgoto, que lugar mais deprimente
Pra guardar o que se sente
Se esse amor um dia foi grande,
Quem garante que era meu?
O ódio domina o meu dia,
E é assim que sigo te amando.
Não tenho ninguém e nem te quero,
Pois só você é o que espero,
Longe e perto, errado ou certo.
O tempo passa rápido,
E demora tanto a passar.
Futuro? Quem disse que existe?
Te espero lá então, não desiste!
Ô, meu amor, sinta o sangue escorrendo,
Estou te vendo partir, pra não mais voltar
Demorou pra sair desta vida, me largar...
Espero que volte logo!
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
Final de semana muito louco!
Seguia meu calvário dos últimos dias. Comecei na sexta-feira, indo pro meu já habitual "happy hour", que de happy, não tem nada. Pego um ouvido amigo e o castigo por algumas horas com minhas lamentações. Mas, afinal de contas, os amigos não servem pra isso também? Comecei a ver um pouco de outras coisas além do lamento. Música ao vivo, e não é que o cara era bom? Pegou o violão e começou a cantar, e eu a beber, e o cara cantando... não, não me apaixonei pelo cantor, não faz parte do meu show. Só sei que, não mais que de repente, me encontrava com os braços pra cima acompanhando o pessoal que fazia amigo secreto nas mesas ao lado. Voltei pra casa e não consegui dormir. Meus olhos esqueceram como é que se pisca. Só via as horas se arrastando, muito lentamente. Duas horas, três, cinco, sete... levantei e fui trabalhar. O sono havia sumido do meu vocabulário. Não me sentia nem sequer cansado. Trabalhei normalmente, e fui pra casa. Tentei ler meu livro, mas os pensamentos não me deixam concentrar o bastante. Lá pelas tantas, resolvi chamar meu amigo pra uma nova rodada de lamúrias. E lá estávamos nós, em outro palco, cantando as mesmas canções. Havia se passado umas 2 horas, quando recebo um sms: "Niver da Mel, vamos?". Era de uma amiga, recém-amiga, eu diria, mas que já tem um lugar cativo entre meus amigos queridos. Meu primeiro impulso foi dizer não, devo confessar. Porém, algo me disse: "Por que não?". E fui! E foi ótimo!!! Conheci outros ares, dei muitas risadas, festejamos, contamos piadas, falamos do "Parmera". Depois da meia-noite, começamos a voltar ao estágio de abóbora. O sono começou a salpicar um ou outro, e um friozinho incômodo resolveu entrar na festa. Fomos embora e eis que, na volta, um telefonema para ela mudou novamente o rumo que seguia. Fomos até uma estação de metrô, buscar dois amigos dela, que vieram do Rio e acabaram se esquecendo que o metrô não funciona 24 horas. Foi assim, que lá pelas 2 da matina, eu me encontrava em plena Av. Paulista, num engarrafamento monstro, e vendo toda a vida noturna que essa cidade tem. Pessoas passavam pelas ruas, com as crianças, tirando fotos dos prédios, todos iluminados por causa do Natal. Percebi que me privei de tantas oportunidades de conhecer gente nova, lugares bacanas, simplesmente por não querer sair à noite, como se isso fosse garantia de segurança numa cidade como São Paulo. Isso não voltará a acontecer. Terminei a noite numa pizzaria muito bacana, comendo uma pizza excelente, e com ótimas pessoas por companhia. Adorei esse momento, me fez muito bem nessa altura do campeonato. Me fez repensar mais alguns pontos de vista que adotei em minha vida, e que vejo que mais me prejudicaram do que qualquer outra coisa. Nunca imaginei que, depois dos 40, fosse ter que me reinventar tantas e tantas vezes. Sei que essa minha amiga querida vai ler essas memórias, pelo menos, as que me lembro, e quero agradece-la, de coração, pela força, pelas palavras amenas, pela companhia e por aquele sms no meio de uma "tarde vazia, e que me valeu o dia".
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Por que Lunático?
Já me perguntaram um sem número de vezes: Por que Lunático? Teve até quem ficasse preocupado, pensando que eu fosse algum tipo perigoso, maníaco ou algo assim. Nada disso. Tirei o Lunático de alguns versos que rabisquei há milhões de anos. Matando saudade:
LUNÁTICO
Vivia no mundo da lua,
Adorando a solidão,
E já não lembrava que
O amor existia, era lembrança
Distante, talvez imaginação.
E na lua vivia feliz...e flutuava!
E nem sabia se era dia ou noite
Quando longe avistou uma estrela
Diferente e apaixonou-se por seu
Brilho mágico;
Lembrou-se então do amor e passou
A sentir sua ausência;
Fechou seus olhos ao tempo e sonhou...
E talvez por tanto amor a estrela lhe
Sorriu;
E da lua ele adorava a estrela e pedia
Ao deus de tudo:
- Não me acorde, não me acorde...
(Marcello)
LUNÁTICO
Vivia no mundo da lua,
Adorando a solidão,
E já não lembrava que
O amor existia, era lembrança
Distante, talvez imaginação.
E na lua vivia feliz...e flutuava!
E nem sabia se era dia ou noite
Quando longe avistou uma estrela
Diferente e apaixonou-se por seu
Brilho mágico;
Lembrou-se então do amor e passou
A sentir sua ausência;
Fechou seus olhos ao tempo e sonhou...
E talvez por tanto amor a estrela lhe
Sorriu;
E da lua ele adorava a estrela e pedia
Ao deus de tudo:
- Não me acorde, não me acorde...
(Marcello)
Prefiro as Cartas!
Prefiro as cartas! E-mails tornam as dores tão... instantâneas. A carta vem de longe, destilando seu conteúdo pelo caminho. As notícias já chegam envelhecidas, desbotadas, esquecidas. E-mails só deveriam existir para coisas alegres: você ganhou na mega-sena! Meu filho nasceu! Passei no vestibular! Te amo!
O imediatismo do que é ruim, só torna a cura mais lenta. O impacto é maior, o sofrimento imeditado. Nem se consegue entender de que lado veio a porrada. Passado o direto no queixo, começo a ver as coisas se acalmarem. A consciência de que fiz tudo que podia ter feito, não ameniza a verdade dos fatos, mas faz com que eu não acumule novos arrependimentos. Já os tenho por mais 2 ou 3 encarnações.
Sou um cara peculiar. Tenho dificuldade em expressar meus sentimentos, sempre tive. Pra mim é complicado abraçar uma pessoa e simplesmente dizer: te amo! Fiz isso pouquíssimas vezes na minha vida. Não banalizo a palavra amor. Sempre tive isto em consideração. Digo “Eu te amo”, se realmente sinto.
Passei esses últimos dias montando um quebra-cabeça imaginário, que, no final das contas, começa a ficar cada vez mais concreto. Bastou me tirar de foco, para que tudo começasse a tomar um novo sentido. De repente, as coisas já não eram tão abstratas como eu imaginava. Tenho receio de perguntar, a ferida ainda é muito recente, e mal começou a cicatrizar, talvez, nunca se feche totalmente. Prefiro a incerteza dos dias, o não saber se há. Vou me tirando de foco em tudo que posso. A distância não me ajuda em nada. A ausência me é mais sentida. Melhor um pouco que seja, do que o nada absoluto. Vou me acostumando assim, saindo aos poucos, deixando de lado e apertando o passo. Um dia, tudo será lembrança...
O imediatismo do que é ruim, só torna a cura mais lenta. O impacto é maior, o sofrimento imeditado. Nem se consegue entender de que lado veio a porrada. Passado o direto no queixo, começo a ver as coisas se acalmarem. A consciência de que fiz tudo que podia ter feito, não ameniza a verdade dos fatos, mas faz com que eu não acumule novos arrependimentos. Já os tenho por mais 2 ou 3 encarnações.
Sou um cara peculiar. Tenho dificuldade em expressar meus sentimentos, sempre tive. Pra mim é complicado abraçar uma pessoa e simplesmente dizer: te amo! Fiz isso pouquíssimas vezes na minha vida. Não banalizo a palavra amor. Sempre tive isto em consideração. Digo “Eu te amo”, se realmente sinto.
Passei esses últimos dias montando um quebra-cabeça imaginário, que, no final das contas, começa a ficar cada vez mais concreto. Bastou me tirar de foco, para que tudo começasse a tomar um novo sentido. De repente, as coisas já não eram tão abstratas como eu imaginava. Tenho receio de perguntar, a ferida ainda é muito recente, e mal começou a cicatrizar, talvez, nunca se feche totalmente. Prefiro a incerteza dos dias, o não saber se há. Vou me tirando de foco em tudo que posso. A distância não me ajuda em nada. A ausência me é mais sentida. Melhor um pouco que seja, do que o nada absoluto. Vou me acostumando assim, saindo aos poucos, deixando de lado e apertando o passo. Um dia, tudo será lembrança...
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Momento desabafo
Tem dias que a tristeza bate forte. Nada parece ter importância. E ouço sempre as mesmas frases feitas: você tem que esquecer, tem que dar tempo ao tempo, tudo passa...
Mas nada passa. Tá tudo aqui dentro, martelando, querendo sair. Pediram para eu me perdoar, como se isso fosse fácil. Disseram pra eu encerrar esse capítulo da minha vida, como se eu pudesse. Falaram que o que sinto, não muda o que outros sentem, como se eu fosse nada. Preferem lembrar a dor, enquanto sofro por escolher o amor. Sei que não era perfeito, sei que não fiz o que deveria. Estava sem rumo, fora do prumo, seguindo sem um sentido em mente. Agora não. Tinha minhas certezas de volta. Voltei a enxergar tudo com mais clareza, e passei a sentir de novo maior amor que já senti na vida. Isso não se apaga de uma vida, muito menos em questão de dias.
Sinto como se estivesse num estado letárgico, embriagado, entorpecido. Não consigo lembrar por onde andei esse tempo todo sem ela. Por mais que eu tente, minha mente fica turva, as lembranças difusas. Lembro dela me deixando, e só volto a ter lembranças de uns 8 meses depois. A vida seguiu, mesmo sem eu notar, mesmo sem eu saber por onde andei. E seguiu de maneira terrível. Seguiu sem que eu pudesse estar por perto. Não tenho como mudar o que passou, queria poder fazê-lo. Converso com Deus todos os dias, e peço um pouco de luz, de sabedoria. Tento imaginar minha vida sem ela, e tudo fica mais triste. Duas pessoas que se amam, separadas por lembranças ruins. Ela fez tudo o que podia pra ficarmos juntos. Fez, passado. No presente eu faço o possível para isso, mas ela cruzou os braços. Simplesmente se fechou para a vida, blindou o coração e desistiu de sonhar. Amor não se racionaliza. Você sente ou não sente. E eu sinto um amor sem limites, uma vontade enorme de fazer tudo o que não fiz. Quero acordar abraçado a ela, cobri-la de beijos desde o primeiro segundo de cada manhã, até o último suspiro do anoitecer. Quero ser o melhor amigo, estar em qualquer momento, para qualquer situação. Quero que ela saiba que pode contar comigo, que não a deixarei desamparada, nem que ela me peça. Quero amá-la como uma mulher merece ser amada. Em todos os detalhes, em todas as minúcias. Eu quero tanto, e mesmo assim, me sinto tão vazio. Nem tenho mais palavras pra expressar minha angústia. Os dias passam cada vez mais lentos... e esse amor parece só crescer...
Mas nada passa. Tá tudo aqui dentro, martelando, querendo sair. Pediram para eu me perdoar, como se isso fosse fácil. Disseram pra eu encerrar esse capítulo da minha vida, como se eu pudesse. Falaram que o que sinto, não muda o que outros sentem, como se eu fosse nada. Preferem lembrar a dor, enquanto sofro por escolher o amor. Sei que não era perfeito, sei que não fiz o que deveria. Estava sem rumo, fora do prumo, seguindo sem um sentido em mente. Agora não. Tinha minhas certezas de volta. Voltei a enxergar tudo com mais clareza, e passei a sentir de novo maior amor que já senti na vida. Isso não se apaga de uma vida, muito menos em questão de dias.
Sinto como se estivesse num estado letárgico, embriagado, entorpecido. Não consigo lembrar por onde andei esse tempo todo sem ela. Por mais que eu tente, minha mente fica turva, as lembranças difusas. Lembro dela me deixando, e só volto a ter lembranças de uns 8 meses depois. A vida seguiu, mesmo sem eu notar, mesmo sem eu saber por onde andei. E seguiu de maneira terrível. Seguiu sem que eu pudesse estar por perto. Não tenho como mudar o que passou, queria poder fazê-lo. Converso com Deus todos os dias, e peço um pouco de luz, de sabedoria. Tento imaginar minha vida sem ela, e tudo fica mais triste. Duas pessoas que se amam, separadas por lembranças ruins. Ela fez tudo o que podia pra ficarmos juntos. Fez, passado. No presente eu faço o possível para isso, mas ela cruzou os braços. Simplesmente se fechou para a vida, blindou o coração e desistiu de sonhar. Amor não se racionaliza. Você sente ou não sente. E eu sinto um amor sem limites, uma vontade enorme de fazer tudo o que não fiz. Quero acordar abraçado a ela, cobri-la de beijos desde o primeiro segundo de cada manhã, até o último suspiro do anoitecer. Quero ser o melhor amigo, estar em qualquer momento, para qualquer situação. Quero que ela saiba que pode contar comigo, que não a deixarei desamparada, nem que ela me peça. Quero amá-la como uma mulher merece ser amada. Em todos os detalhes, em todas as minúcias. Eu quero tanto, e mesmo assim, me sinto tão vazio. Nem tenho mais palavras pra expressar minha angústia. Os dias passam cada vez mais lentos... e esse amor parece só crescer...
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Ondas
Tudo vem em ondas. O mar, as lágrimas, a vida, o universo. Aquela onda primordial, que deu origem a tudo que existe. O sopro divino causa ondas na inexistência, cria almas. A luz vem em ondas na escuridão. Ilumina. O amor chega em pequenas ondas, e vai crescendo até não mais se agüentar. Arrebenta. O ódio já nasce grande, e vai se diminuindo, a cada onda criada. Morre na areia do tempo.
A vida começa numa pequena onda, e termina no vazio do final dos dias. A tristeza e a alegria, duas ondas que lutam durante toda vida. A mais forte define seu caminho. A onda te joga para cima, ou para baixo, e, apesar de se fazer presente, uma onda, sempre é uma onda. Ela passa. Não se deixe abater ou iludir pela onda que te guia neste momento. Ela passa. Não tome decisões baseado numa onda, espere a calmaria chegar. Sinta o que seu coração diz.
...texto inacabado... esperando essa onda passar...
A vida começa numa pequena onda, e termina no vazio do final dos dias. A tristeza e a alegria, duas ondas que lutam durante toda vida. A mais forte define seu caminho. A onda te joga para cima, ou para baixo, e, apesar de se fazer presente, uma onda, sempre é uma onda. Ela passa. Não se deixe abater ou iludir pela onda que te guia neste momento. Ela passa. Não tome decisões baseado numa onda, espere a calmaria chegar. Sinta o que seu coração diz.
...texto inacabado... esperando essa onda passar...
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Pensando?
Primeiro dia do resto da minha vida. O mundo parece mais triste, o caminho mais vazio. Ergo a cabeça e começo a caminhar. O Sol queima, brilha forte, ofusca o próprio pensamento. Pensamento... quem inventou esse carinha? Que direito ele tem de imaginar coisas que jamais acontecerão. Quero tirar os pensamentos da minha cabeça, deixá-la cada vez mais oca, mais insensível. Mas os pensamentos teimam em circular por ali. E como pensam! Não me dão trégua, não me deixam em paz. Passam cada segundo armando, matutando... pensando. De onde tiram essa energia? Eu já não tenho quase nenhuma, mas eles não! Estão sempre aqui, na espreita! Pensam que me enganam! Pensamentos pensam? Creio que não. Se pensassem, não passariam tanto tempo... pensando! Tratariam de achar coisa mais útil para se fazer. Penso, aliás, eles pensam, que talvez eu não saiba o que digo, mas, e daí? Também tenho o direito de pensar que penso. Sei que não sou eu, no entanto, eles que pensem o que quiserem. Tô pensando em dormir agora... ou seriam eles?
domingo, 13 de dezembro de 2009
Recomeçando a acelerar...
Tem horas que erramos o caminho, e o primeiro impulso, é voltar atrás. Nem sempre podemos dar marcha ré, não numa via de mão única. O passado pode vir forte, te pegar de jeito, te fazer em mil pedaços. Deixe o passado no retrovisor, dê passagem, ou simplesmente, recomece a acelerar. Errar faz parte do aprendizado. Alguns erros levam por caminhos sem volta. Não tente voltar, descubra novos caminhos. A alegria da vida, está justamente nisso: percorrer novos caminhos!
Passei 10 dias num verdadeiro inferno. Meus sonhos ruíram, como castelos de areia. E eram exatamente isso: castelos de areia. Errei num momento em que o caminho não permitia falhas, e tentei voltar quando já não podia. Algumas pessoas simplesmente não esquecem! E quando se gosta de alguém em demasia, o ódio e o ressentimento da outra pessoa, passam a ser armas que certamente irão te magoar. Perdi o amor próprio, esperança e muitos quilos em poucos dias. Minhas lágrimas nunca estiveram tão presentes. Queria ter minha consciência tranquila, de que fiz o que podia ter feito, que pedi o perdão que deveria ter pedido, e que abri meu coração, como nunca antes havia feito. Mesmo assim, a resposta fria e sempre distante, me fizeram recobrar a razão. Realmente, não importa o que você sente, algumas pessoas, simplesmente não se importam. Por não conseguirem esquecer, preferem passar uma borracha no futuro. Que assim seja. Engato a primeira, uma última olhada no retrovisor, ligo o pisca e vou, lentamente, recomeçando a acelerar...
Passei 10 dias num verdadeiro inferno. Meus sonhos ruíram, como castelos de areia. E eram exatamente isso: castelos de areia. Errei num momento em que o caminho não permitia falhas, e tentei voltar quando já não podia. Algumas pessoas simplesmente não esquecem! E quando se gosta de alguém em demasia, o ódio e o ressentimento da outra pessoa, passam a ser armas que certamente irão te magoar. Perdi o amor próprio, esperança e muitos quilos em poucos dias. Minhas lágrimas nunca estiveram tão presentes. Queria ter minha consciência tranquila, de que fiz o que podia ter feito, que pedi o perdão que deveria ter pedido, e que abri meu coração, como nunca antes havia feito. Mesmo assim, a resposta fria e sempre distante, me fizeram recobrar a razão. Realmente, não importa o que você sente, algumas pessoas, simplesmente não se importam. Por não conseguirem esquecer, preferem passar uma borracha no futuro. Que assim seja. Engato a primeira, uma última olhada no retrovisor, ligo o pisca e vou, lentamente, recomeçando a acelerar...
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Sempre atual...
De Longe (Solidão)
De longe vinha o sorriso e o encanto
Que passou tão perto,
Quanto a saudade e o pranto
De quem vagou na imensidão
Em saber que uma Estrela não se apaga numa lágrima
E a tristeza não se acaba numa dádiva
É que sigo feito raio... ou trovão
Tão vazio e infindável é o dia
De quem traz mas não encontra... alegria!
É viver na solidão de uma vida
Inexata, incompleta, incontida...
Que o vento traga o frescor em minha face
E a Lua guie meu olhar no infinito
Que vou vivendo num impulso sem sentido
Na agonia de uma prece... ou de um grito.
(Marcello)
De longe vinha o sorriso e o encanto
Que passou tão perto,
Quanto a saudade e o pranto
De quem vagou na imensidão
Em saber que uma Estrela não se apaga numa lágrima
E a tristeza não se acaba numa dádiva
É que sigo feito raio... ou trovão
Tão vazio e infindável é o dia
De quem traz mas não encontra... alegria!
É viver na solidão de uma vida
Inexata, incompleta, incontida...
Que o vento traga o frescor em minha face
E a Lua guie meu olhar no infinito
Que vou vivendo num impulso sem sentido
Na agonia de uma prece... ou de um grito.
(Marcello)
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Redescobrindo: Titãs
A Melhor Forma
Composição: Branco Mello/ Sérgio Britto/ Paulo Miklos
A melhor forma de esquecer
É dar tempo ao tempo
A melhor forma de curar o vício
É no início
A melhor forma de escolher
É provar o gosto
A melhor forma de chorar
É cobrindo o rosto
Evitar as rugas
É não olhar no espelho
Esvaziar o revólver
É puxar o gatilho
A melhor forma de esconder as lágrimas
É na escuridão
A melhor forma de enxergar no escuro
É com as mãos
As idéias estão no chão
Você tropeça e acha a solução
Acabar com a dor
É tomar um analgésico
Matar a saudade
É não olhar pra trás
A melhor forma de manter-se jovem
É esconder a idade
A melhor forma de fugir
É a toda velocidade
As idéias estão no chão...
Composição: Branco Mello/ Sérgio Britto/ Paulo Miklos
A melhor forma de esquecer
É dar tempo ao tempo
A melhor forma de curar o vício
É no início
A melhor forma de escolher
É provar o gosto
A melhor forma de chorar
É cobrindo o rosto
Evitar as rugas
É não olhar no espelho
Esvaziar o revólver
É puxar o gatilho
A melhor forma de esconder as lágrimas
É na escuridão
A melhor forma de enxergar no escuro
É com as mãos
As idéias estão no chão
Você tropeça e acha a solução
Acabar com a dor
É tomar um analgésico
Matar a saudade
É não olhar pra trás
A melhor forma de manter-se jovem
É esconder a idade
A melhor forma de fugir
É a toda velocidade
As idéias estão no chão...
Ela não era a mulher perfeita, mas era perfeita pra mim.
É... voltei. O fim não foi tão definitivo. Gostaria que algumas coisas também não fossem. Definitivo é um nunca, e isso me entristece. Nunca mais ver quem se ama, é algo que dói profundamente. Creio que nem a morte seja definitiva.
Fui do céu ao inferno, num curto período de 3 dias. Poderia ficar horas e horas falando dos motivos de minha tristeza nesse momento, mas, simplesmente, a culpa é minha.
Do alto dos meus 41 e anos, eu já deveria ser mais maduro, ter a cabeça mais centrada, e saber que coisas raras, devem ser cultivadas.
Encontrar uma mulher, é algo comum. Uma que seja bonita e se interesse por você, já demanda uma grande dose de sorte. Uma que seja bonita, inteligente, e que ainda por cima, te ame, é algo raro. Se você encontra e descobre que também a ama, não deixe escapar! Essa é a mulher da sua vida, acredite nisso! Eu encontrei alguém assim, e fiz coisas que nem eu acredito ter feito. Não digo traição ou algo do tipo, pois não levo jeito pra isso. Falo de não dar atenção, de não estar presente nos momentos em que ela mais precisava, não demonstrar meu amor, meu carinho. Sempre fui meio bronco, meio contido. Esqueci que o amor se constrói em pequenos gestos, que temos que cultivá-lo a cada dia. Consigo escrever melhor do que falo. Isso me atrapalha bastante quando o assunto é amor. Ela não era a mulher perfeita, mas era perfeita pra mim.
Pouco importa se a fila andou, se o encanto acabou, minha dor é a mesma. Minha amada virou o olhar pra outra direção, e não tenho mais como acompanhá-la.
Disseram-me para ser forte, para seguir em frente, dar tempo ao tempo. Vou procurar fazer isso. Nesses momentos, os amigos costumam ter razão, pois, quem está no olho do furacão, mal enxerga o próprio nariz.
Sendo assim, não haveria sentido em manter o Lunático no limbo. Ressuscito-o depois de 3 dias. Não é a primeira vez que isso acontece no mundo...rs...
Fui do céu ao inferno, num curto período de 3 dias. Poderia ficar horas e horas falando dos motivos de minha tristeza nesse momento, mas, simplesmente, a culpa é minha.
Do alto dos meus 41 e anos, eu já deveria ser mais maduro, ter a cabeça mais centrada, e saber que coisas raras, devem ser cultivadas.
Encontrar uma mulher, é algo comum. Uma que seja bonita e se interesse por você, já demanda uma grande dose de sorte. Uma que seja bonita, inteligente, e que ainda por cima, te ame, é algo raro. Se você encontra e descobre que também a ama, não deixe escapar! Essa é a mulher da sua vida, acredite nisso! Eu encontrei alguém assim, e fiz coisas que nem eu acredito ter feito. Não digo traição ou algo do tipo, pois não levo jeito pra isso. Falo de não dar atenção, de não estar presente nos momentos em que ela mais precisava, não demonstrar meu amor, meu carinho. Sempre fui meio bronco, meio contido. Esqueci que o amor se constrói em pequenos gestos, que temos que cultivá-lo a cada dia. Consigo escrever melhor do que falo. Isso me atrapalha bastante quando o assunto é amor. Ela não era a mulher perfeita, mas era perfeita pra mim.
Pouco importa se a fila andou, se o encanto acabou, minha dor é a mesma. Minha amada virou o olhar pra outra direção, e não tenho mais como acompanhá-la.
Disseram-me para ser forte, para seguir em frente, dar tempo ao tempo. Vou procurar fazer isso. Nesses momentos, os amigos costumam ter razão, pois, quem está no olho do furacão, mal enxerga o próprio nariz.
Sendo assim, não haveria sentido em manter o Lunático no limbo. Ressuscito-o depois de 3 dias. Não é a primeira vez que isso acontece no mundo...rs...
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
O fim...
Passei dois dias chorando por um amor que já não existe. Não existe, pois amor só pode existir a dois. Ninguém ama sozinho. Ontem me questionava o quanto uma pessoa pode chorar. Não descobri ainda, mas posso dizer que é muito, mas muito mesmo. Devo ter perdido uns 2 quilos nesse curto período. Não tenho fome, não tenho esperança, não tenho vontade pra mais nada. Nunca me senti assim na vida. Por isso, outra dúvida me atormenta agora: Pode uma pessoa morrer de tristeza?
Passei o dia conversando com Deus, mas acho que ele tem problemas maiores nas mãos. Meu desespero, desapego, é total. Meu repertório de piadas prontas, meu riso fácil... tudo se foi.
Por isso, estou dando um fim ao meu mundo virtual. As palavras ajudam a aliviar o vazio da alma, mas são tormentos eternizados numa tela em branco. Aghapanthus e Lunático, meus dois alter-egos, eternizados em poesias, textos e delírios de um cara mais que comum, deixam de existir a partir de agora. É como arrancar um pedaço de mim, mas, eu já estou quase morto mesmo. Morrer inteiro ou aos pedaços, tanto faz.
Esse blog, que de tão secreto, é quase um diário, fica como a pedra póstuma de uma vida sem sentido. Meu “aqui Jaz..” virtual.
Boa vida pra quem fica!
A solidão, é a pior das mortes.
Marcello
(+2009)
Passei o dia conversando com Deus, mas acho que ele tem problemas maiores nas mãos. Meu desespero, desapego, é total. Meu repertório de piadas prontas, meu riso fácil... tudo se foi.
Por isso, estou dando um fim ao meu mundo virtual. As palavras ajudam a aliviar o vazio da alma, mas são tormentos eternizados numa tela em branco. Aghapanthus e Lunático, meus dois alter-egos, eternizados em poesias, textos e delírios de um cara mais que comum, deixam de existir a partir de agora. É como arrancar um pedaço de mim, mas, eu já estou quase morto mesmo. Morrer inteiro ou aos pedaços, tanto faz.
Esse blog, que de tão secreto, é quase um diário, fica como a pedra póstuma de uma vida sem sentido. Meu “aqui Jaz..” virtual.
Boa vida pra quem fica!
A solidão, é a pior das mortes.
Marcello
(+2009)
domingo, 6 de dezembro de 2009
Chorar é preciso...
Era baixinha, (editado pelo autor), e eu achava linda a maldita. Tinha um rosto lindo, e um sorriso que me arrebatava. Passei o domingo lembrando... e chorando. Sim, chorei como criança, lágrimas rolando em profusão. Não me lembro de ter chorado tanto num só dia. Deitado em minha cama, ouvindo “Pra dizer Adeus”, com a janela aberta, olhando o céu, que começou o dia azul e foi escurecendo conforme minha tristeza ia aflorando. Já passa das 4 da tarde, e continuo assim. Passo pela sala, minha mãe pergunta: o que você tem? Não respondo. Quando volto ela pergunta: Você está doente? Balanço a cabeça em sinal negativo. Como explicar que minha doença é na alma? Mãe percebe essas coisas, mas não consigo falar, não agora. Eu sinto vontade de chorar mais um pouco, ou muito, não sei bem. Quanto pode uma pessoa chorar? Não tenho a menor idéia, mas acho que vou acabar descobrindo.
Tenho muita coisa guardada, e agora, tudo explodiu em meu peito. Choro pelo que fiz, pelo que não fiz, por minha ausência, por meus medos, por minha covardia e pela tardia certeza que me assola. Tenho medo de terminar meus dias na solidão. Meu melhor amigo morreu faz dois anos. Morreu sozinho, num quarto, sem ninguém por perto. Tenho medo disso! Passo os dias em meu quarto, chorando, escrevendo, sonhando. Os sonhos são vazios, pois não podem mais existir. A solidão agora é plena. Quero sair, mas não tenho destino certo. Amigos ajudam, mas a tristeza é só minha, e sempre está por perto.
Vou parar por hoje, tenho mais um pouco a chorar...
Tenho muita coisa guardada, e agora, tudo explodiu em meu peito. Choro pelo que fiz, pelo que não fiz, por minha ausência, por meus medos, por minha covardia e pela tardia certeza que me assola. Tenho medo de terminar meus dias na solidão. Meu melhor amigo morreu faz dois anos. Morreu sozinho, num quarto, sem ninguém por perto. Tenho medo disso! Passo os dias em meu quarto, chorando, escrevendo, sonhando. Os sonhos são vazios, pois não podem mais existir. A solidão agora é plena. Quero sair, mas não tenho destino certo. Amigos ajudam, mas a tristeza é só minha, e sempre está por perto.
Vou parar por hoje, tenho mais um pouco a chorar...
A pior quinta-feira da minha vida!
A cabeça ainda gira, perdida, sem direção. Tiraram meu chão, apagaram meus sonhos. Não, não estou sendo dramatico, só relato os fatos. Meu coração está pequeno, mas com um vazio infinito dentro. Errei, é fato. Mas não errei sozinho. Os erros costumam acontecer a dois. Quando se ama, não se enxerga o óbvio, não se vê além do objeto amado. Essa cegueira pode ser fatal. E foi. A vida é cheia de surpresas, e muitas não são boas. Foi assim que o fim começou: numa surpresa ruim. E agora? Sigo o planejado, ou volto para quem eu amo? E se eu voltar, ela achar que é por pena, por dó? Espero passar a tempestade ou saio na chuva, me molho e corro o risco de nem encontrá-la lá fora? A vida é breve, pessoas se vão. Eu deveria ter saído na chuva, mesmo contra as vontades. Deveria... mas não fui. E o tempo, mesmo que pouco, passou, e ela já estava namorando, alguém que sempre quis namorar. O que fazer com todo o amor que sentia? Guardei...
Quando não mais pensava em centésimas chances, ela lembrou-se de mim. Talvez nunca tenha esquecido, talvez só quisesse lembrar o que sentia. Mas ela voltou, e pra mim, era como se nada houvesse mudado. De repente, o maior amor de sua vida, quer ficar com você. E por que não? Alguns sonhos se realizam. Mas ela não era a mesma. A pessoa por quem me apaixonei, já era lembrança distante. Meses de ódio e raiva, enraizados por sofrimentos além da minha compreensão. Não tive como apagar isso. Descobri que mesmo para o amor, nem tudo é possível. Algumas pessoas, simplesmente se vão... pena que o amor continue...
Quando não mais pensava em centésimas chances, ela lembrou-se de mim. Talvez nunca tenha esquecido, talvez só quisesse lembrar o que sentia. Mas ela voltou, e pra mim, era como se nada houvesse mudado. De repente, o maior amor de sua vida, quer ficar com você. E por que não? Alguns sonhos se realizam. Mas ela não era a mesma. A pessoa por quem me apaixonei, já era lembrança distante. Meses de ódio e raiva, enraizados por sofrimentos além da minha compreensão. Não tive como apagar isso. Descobri que mesmo para o amor, nem tudo é possível. Algumas pessoas, simplesmente se vão... pena que o amor continue...
sábado, 14 de novembro de 2009
Tudo flui...
Tudo passa, tudo vai, tudo volta. Acordei animado e logo meu ânimo se foi. É incrível como alguns erros são tão definitivos. Senti vontade de escrever, algo inteligente e sensato, mas a tristeza fala mais alto em mim. Escrevi meu texto incompleto, pra terminar num dia mais feliz... ou não!
Queria ter super-poderes!
Voar mais alto que as nuvens, correr mais rápido que a luz. Sonhava ser forte e invulnerável, e então conheci o amor, algo distante, improvável. Com ele descobri ser possível, sentir-me um gigante, invencível! E não entendi que um tanto hesitante, o piscar de uma lágrima errante, tirou meus poderes assim. De herói, tão forte e incrível, tornei-me pequeno, invisível, até que vencido eu fui.
O frio e o vazio que eu sentia, crescia num silêncio sem fim, pois os sonhos que tinha outrora, mudaram, minguaram e agora, a tristeza é mais forte em mim.Meus olhos só enxergam bem perto e o batido no peito é incerto. No deserto de minha travessia, meus pés se bastam em companhia. As nuvens que do alto eu via, escureceram, esconderam o dia.
Ergui meu olhar para o espaço, a procura de esperança, eu acho... e nada consegui. Vi o Sol num vestido vermelho, e o fim a olhar-me no espelho.
Queria ter super-poderes!
Voar mais alto que as nuvens, correr mais rápido que a luz. Sonhava ser forte e invulnerável, e então conheci o amor, algo distante, improvável. Com ele descobri ser possível, sentir-me um gigante, invencível! E não entendi que um tanto hesitante, o piscar de uma lágrima errante, tirou meus poderes assim. De herói, tão forte e incrível, tornei-me pequeno, invisível, até que vencido eu fui.
O frio e o vazio que eu sentia, crescia num silêncio sem fim, pois os sonhos que tinha outrora, mudaram, minguaram e agora, a tristeza é mais forte em mim.Meus olhos só enxergam bem perto e o batido no peito é incerto. No deserto de minha travessia, meus pés se bastam em companhia. As nuvens que do alto eu via, escureceram, esconderam o dia.
Ergui meu olhar para o espaço, a procura de esperança, eu acho... e nada consegui. Vi o Sol num vestido vermelho, e o fim a olhar-me no espelho.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Horário de Verão, e ressaca...
Acordei mais cedo hoje! Olhei para o relógio, que marcava 6:00h, e pensei: “-Putz! Esqueci de arrumar o relógio e perdi a hora!”. Levantei num sobressalto e fui tomar banho.. aí, me dei conta de que o horário estava certo. Eu já havia acertado o relógio no dia anterior. Voltei pra cama, e acabei me atrasando de verdade...
Eu já havia ido dormir muito tarde, acho que, por conta da mudança no horário, eu não conseguia pegar no sono. Fui dormir pra lá das 3 da matina...
Acordei com uma ressaca, sem nem mesmo ter bebido...
Quem lê tudo isso, pode pensar que sou contra o horário de verão, mas, muito pelo contrário: eu adoro!!!
A única coisa ruim, é que, quando estou me acostumando, ele acaba...
Acho que devia durar mais, seguir até o final de Março!
Eu saio do trabalho ainda com sol, chego em casa e dá pra brincar com minhas filhas na rua, vê-las andar de bicicleta e tudo mais, sempre à luz do dia!
É como se o sol em toda sua majestade, parasse o tempo por alguns minutos, pra brincar com minhas filhas. Então, horário de verão, pra mim, é sinônimo de alegria, de luz, de coisas boas!
Já a ressaca persiste! Não uma ressaca física de fato, mas uma ressaca mental, muito da qual, eu devo ao meu “querido” Palmeiras. Nessa altura do campeonato, onde os times entram na reta final, e já começam a enxergar a bandeirada da vitória, o Palestra começa a dar sinais de que o combustível não vai ser suficiente. Por tantas vezes que já perdi a conta, o time derrapa na hora da arrancada. Foi assim contra São Paulo, Avaí, Náutico, Flamengo...
Quando tudo parece conspirar a favor, o próprio time se sabota. Parece que o medo de ser campeão, começa a pesar em cada jogador.
O jeito é aguardar e torcer para que o horário de verão, e os minutos a mais na companhia do sol, também tragam ao Palestra, a mesma energia e alegria que minhas filhas tão facilmente demonstram.
Eu já havia ido dormir muito tarde, acho que, por conta da mudança no horário, eu não conseguia pegar no sono. Fui dormir pra lá das 3 da matina...
Acordei com uma ressaca, sem nem mesmo ter bebido...
Quem lê tudo isso, pode pensar que sou contra o horário de verão, mas, muito pelo contrário: eu adoro!!!
A única coisa ruim, é que, quando estou me acostumando, ele acaba...
Acho que devia durar mais, seguir até o final de Março!
Eu saio do trabalho ainda com sol, chego em casa e dá pra brincar com minhas filhas na rua, vê-las andar de bicicleta e tudo mais, sempre à luz do dia!
É como se o sol em toda sua majestade, parasse o tempo por alguns minutos, pra brincar com minhas filhas. Então, horário de verão, pra mim, é sinônimo de alegria, de luz, de coisas boas!
Já a ressaca persiste! Não uma ressaca física de fato, mas uma ressaca mental, muito da qual, eu devo ao meu “querido” Palmeiras. Nessa altura do campeonato, onde os times entram na reta final, e já começam a enxergar a bandeirada da vitória, o Palestra começa a dar sinais de que o combustível não vai ser suficiente. Por tantas vezes que já perdi a conta, o time derrapa na hora da arrancada. Foi assim contra São Paulo, Avaí, Náutico, Flamengo...
Quando tudo parece conspirar a favor, o próprio time se sabota. Parece que o medo de ser campeão, começa a pesar em cada jogador.
O jeito é aguardar e torcer para que o horário de verão, e os minutos a mais na companhia do sol, também tragam ao Palestra, a mesma energia e alegria que minhas filhas tão facilmente demonstram.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
E o dia das crianças se foi...
Um dia eu pretendo entender o motivo de eu gastar mais tempo escolhendo um brinquedo, do que as crianças levam para quebrá-lo. Fim de semana prolongado, e eu, pra variar, resolvi ir até o shopping comprar um último presente. Amanda já está mocinha, não quero mais dar bonecas, embora eu saiba, que ela é doidinha pra ganhar uma barbie a mais. Chegamos a um consenso de que ela não iria mais ganhar bonecas. Muito “madura”, ela entendeu e concordou... mas os olhos não deixam mentir. Combinamos que eu passaria a comprar jogos, pra que ela possa desenvolver algum tipo de raciocínio lógico, por menor que seja. Me irrita muito essa molecada que só pensa em brinquedos eletrônicos, e deixam o cérebro em segundo plano. E olha que eu sou apaixonado por brinquedos eletrônicos, mas acho que deve haver uma certa mescla. As crianças devem aprender a jogar damas, trilha, gamão, pega-varetas, pula-pirata, cara-a-cara, jogo da velha, amarelinha, pega-pega, esconde-esconde, dominó, stop. Exercitar a imaginação com bonecos, criar histórias, dominar o forte apache, ganhar uma corrida de autorama, jogar futebol. Deve aprender a fazer bonecos de argila, colocar os pés na grama, andar descalço num dia de sol, tomar banho de mangueira, tomar água da bica, subir em árvores, ter um cachorro...
Nem tudo é possível, ou muito prático nos dias atuais. Ter um cachorro num apartamento é mais torturar o bicho do que qualquer outra coisa. Mas, voltando à Amanda, não quero que ela pare de brincar de bonecas, longe disso! Só que ela já tem muitas bonecas! Tem bonecas pra vida toda, fruto de ter sido a primeira neta dos dois lados da família. Sempre mimada essa menina. Depois que chegou a irmã caçula, o reinado dela se viu ameaçado, e ela passa os dias a “torturar” a irmãzinha. Foi assim que ela acabou prendendo a mão da Juliana na porta do quarto. A pequenininha passou o fim de semana com a mão inchada. Amanda faz as coisas de impulso, não chega a pensar muito. Depois bate o arrependimento, e ela escreve bilhetes com pedidos de desculpas para a irmã, dá seu estojo de maquiagem de presente, aquele mesmo que, minutos antes, ela não deixava a irmã nem sequer chegar perto. Coisas de crianças, de pré “aborrescente”. Eu havia comprado um “Batalha Naval”, mas, num dado momento, me veio à mente que talvez meninas não curtam muito esse jogo.
Sondei, investiguei e confirmei: não gostam mesmo!
E foi assim, que em pleno sábado de um fim de semana prolongado, estava eu na loja de brinquedos, me acotovelando com pais desesperados pelo presente de última hora. Acabei comprando o que ela havia me pedido há tempos, assim, não corria o risco de decepcionar a menina. Aproveitei e assisti ao filme “Bastardos Inglórios”. Como todo filme do Tarantino, a violência impera! E eu adoro!!!..rs... Brad Pitt está impagável!!! Valeu a pena...
Bom, resumindo o final de semana: entre o ótimo Tarantino, o péssimo Muricy Ramalho e o amor das minhas filhas, o saldo só poderia ser positivo!
Falta muito pro próximo feriado?
Nem tudo é possível, ou muito prático nos dias atuais. Ter um cachorro num apartamento é mais torturar o bicho do que qualquer outra coisa. Mas, voltando à Amanda, não quero que ela pare de brincar de bonecas, longe disso! Só que ela já tem muitas bonecas! Tem bonecas pra vida toda, fruto de ter sido a primeira neta dos dois lados da família. Sempre mimada essa menina. Depois que chegou a irmã caçula, o reinado dela se viu ameaçado, e ela passa os dias a “torturar” a irmãzinha. Foi assim que ela acabou prendendo a mão da Juliana na porta do quarto. A pequenininha passou o fim de semana com a mão inchada. Amanda faz as coisas de impulso, não chega a pensar muito. Depois bate o arrependimento, e ela escreve bilhetes com pedidos de desculpas para a irmã, dá seu estojo de maquiagem de presente, aquele mesmo que, minutos antes, ela não deixava a irmã nem sequer chegar perto. Coisas de crianças, de pré “aborrescente”. Eu havia comprado um “Batalha Naval”, mas, num dado momento, me veio à mente que talvez meninas não curtam muito esse jogo.
Sondei, investiguei e confirmei: não gostam mesmo!
E foi assim, que em pleno sábado de um fim de semana prolongado, estava eu na loja de brinquedos, me acotovelando com pais desesperados pelo presente de última hora. Acabei comprando o que ela havia me pedido há tempos, assim, não corria o risco de decepcionar a menina. Aproveitei e assisti ao filme “Bastardos Inglórios”. Como todo filme do Tarantino, a violência impera! E eu adoro!!!..rs... Brad Pitt está impagável!!! Valeu a pena...
Bom, resumindo o final de semana: entre o ótimo Tarantino, o péssimo Muricy Ramalho e o amor das minhas filhas, o saldo só poderia ser positivo!
Falta muito pro próximo feriado?
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Falando em futebol...

Certa vez, levaram a taça do penta ao Banco Real, e os funcionários puderam ver de perto e até tirar fotos. Na época, eu trabalhava no Real, e tive a oportunidade de chegar pertinho da taça. Escrevi um textinho, que agora reproduzo aqui:
O Dia da Taça
Estava eu na fila, aguardando minha vez, quando me dei conta de que haviam representantes das principais torcidas Paulistas se acotovelando para ter a honra de tirar uma foto com a mítica Taça do Penta.
Passei a observar a reação de cada um no momento da tão esperada pose.
O primeiro foi o Santista, que, orgulhoso com a campanha do peixe, olhou a taça com desdém e posou como se fosse a estrela maior do recinto;
Logo veio o corintiano (furando a fila, claro!), e os seguranças já se posicionaram com armas em punho, prontos para qualquer emergência (ainda não entendi o porquê...);
Chegou minha vez, sim o Palestra estaria representado! Os seguranças se dissiparam e tive a nítida impressão de ter ouvido algo como: -ultimamente esses aí não levam taça nenhuma...
Mais uma vez não entendi o colóquio.
Logo ouviu-se um bate-boca e o São Paulino saiu algemado, dando gritinhos histéricos! Prontamente protestei contra tal ato, afinal, todos tinham o mesmo direito! Ali não haviam Palmeirenses, Corintianos ou Santistas... éramos Brasileiros. Tive que rever meus conceitos quando o segurança murmurou: -Mas meu senhor, sentar na taça não pode!
É... São Paulino não toma jeito... mas, afinal, cada um se expressa à sua maneira.
Mas, o triste mesmo veio depois... chegou um torcedor da lusa e, sem nunca ter visto uma taça, foi fotografado abraçado à maleta da Fifa... e as taças lá... num cantinho, quietas, como que sem entender o que se passava.
E assim, cada qual com seu momento eterno nas mãos, saímos todos, orgulhosos de sermos Brasileiros... e Penta-Campeões!!!
Que sufoco!!!
Acordei logo cedo, abri a janela e... chuva! Mal sabia, que seria um aviso divino..
Passei o dia naquela expectativa, aquela angústia velada: será que vai parar de chover até a hora do jogo? Não parou. Choveu o dia todo, sem um minuto de trégua. São Pedro estava inspirado. Mas vamos ao que interessa: o jogo!
Devido ao rodízio do meu carro, saí do trabalho às 16:00h, rumo ao shopping West Plaza, onde costumo estacionar em dia de jogo. Peguei um baita trânsito, a cidade estava um caos. Definitivamente, São Paulo não combina com chuva. Cheguei ao shopping perto das 17:00h, estacionei numa boa e fui passear. O jogo só começaria às 21:00h, então, eu tinha 4 horas de janela. Depois de uma maratona dessas, vejo a escalação do time com Jumar Paulada, Marcão e Jéferson na lateral. Logo pressenti que algo não estava certo. Pela enésima vez ficou provado que, Marcão e Jumar no mesmo time, e pior, ao mesmo tempo, não tem milagre que dê jeito. Oh, Senhor... por que esses dois tinha que vir justo pro meu Palmeiras? É muita coisa ruim pra um time só. Não deu outra: Marcão fez um gol contra, e Jumar Paulada ficou admirando o zagueiro do Avaí subir de cabeça pra marcar o segundo gol. Vagner Love diminuiu no final do primeiro tempo, e Robert, sempre ele, fez o gol salvador aos 40 do segundo tempo. No final, o empate foi um ótimo resultado. Não perdemos 2 pontos, acabamos ganhando 1. Do jeito que foi o jogo, uma goleada do Avaí não seria nada injusta. Só fica minha raiva com relação ao Dunga: pra que levar o Diego Souza pra 2 jogos sem importância nenhuma? Passa dois anos chamando jogador que atua fora do Brasil, e agora que já está classificado, fica fazendo média com os daqui? Chame o Robinho, Dunga! Esse não faz falta nenhuma...
Passei o dia naquela expectativa, aquela angústia velada: será que vai parar de chover até a hora do jogo? Não parou. Choveu o dia todo, sem um minuto de trégua. São Pedro estava inspirado. Mas vamos ao que interessa: o jogo!
Devido ao rodízio do meu carro, saí do trabalho às 16:00h, rumo ao shopping West Plaza, onde costumo estacionar em dia de jogo. Peguei um baita trânsito, a cidade estava um caos. Definitivamente, São Paulo não combina com chuva. Cheguei ao shopping perto das 17:00h, estacionei numa boa e fui passear. O jogo só começaria às 21:00h, então, eu tinha 4 horas de janela. Depois de uma maratona dessas, vejo a escalação do time com Jumar Paulada, Marcão e Jéferson na lateral. Logo pressenti que algo não estava certo. Pela enésima vez ficou provado que, Marcão e Jumar no mesmo time, e pior, ao mesmo tempo, não tem milagre que dê jeito. Oh, Senhor... por que esses dois tinha que vir justo pro meu Palmeiras? É muita coisa ruim pra um time só. Não deu outra: Marcão fez um gol contra, e Jumar Paulada ficou admirando o zagueiro do Avaí subir de cabeça pra marcar o segundo gol. Vagner Love diminuiu no final do primeiro tempo, e Robert, sempre ele, fez o gol salvador aos 40 do segundo tempo. No final, o empate foi um ótimo resultado. Não perdemos 2 pontos, acabamos ganhando 1. Do jeito que foi o jogo, uma goleada do Avaí não seria nada injusta. Só fica minha raiva com relação ao Dunga: pra que levar o Diego Souza pra 2 jogos sem importância nenhuma? Passa dois anos chamando jogador que atua fora do Brasil, e agora que já está classificado, fica fazendo média com os daqui? Chame o Robinho, Dunga! Esse não faz falta nenhuma...
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Sessão Amo Muito Tudo Isso: Palmeiras!
Hoje é dia de passear no Palestra! Ingresso na mão e fé na vitória. Ganhando hoje, abrimos 7 pontos em relação ao atual campeão. Uma boa vantagem, considerando-se que faltarão 9 rodadas para o final. E eu, pé-quente como sempre, estarei no Palestra, gritando, cantando, pulando e, na certeza da vitória... quer dizer, quase certeza, afinal, Jumar Paulada pode aparecer de “surpresa” na escalação, e aí, qualquer certeza vai pro espaço. Se entrar junto com o Marcão então, aí, a teoria do caos se instaura de vez.
Deixemos as preocupações de lado! Já trouxe minha mochila, com tênis, calça jeans e a peça principal: a camisa do Verdão!!!
De uma forma ou de outra, a noite promete fortes emoções!
Deixemos as preocupações de lado! Já trouxe minha mochila, com tênis, calça jeans e a peça principal: a camisa do Verdão!!!
De uma forma ou de outra, a noite promete fortes emoções!
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Inspeção Veicular: um dia, vão te roubar também!
Indignação! Poderia usar outra palavra, aliás, eu penso em muitas outras palavras, algumas, até impronunciáveis. A idéia em si, até que teria seus méritos, não fossem as “forças ocultas” que atuam nos bastidores. Primeiro essa palhaçada de inspecionarem os veículos mais novos, uma pura perda de tempo. Se querem treinar, que utilizem a frota pública então, e deixem em paz quem tem mais o que fazer na vida. E essa taxa de 50 reais? Por que cargas d´água eu tenho que pagar para vistoriarem meu carro? O interesse é deles, não meu. Mas, tudo bem, vamos baixar a cabeça de novo e pagar essa porcaria. Fiz isso! Paguei, agendei, vistorei... e passei! Óbvio que passaria, o carro tem 1 ano... agora, vem o calvário: receber o que paguei de volta!
Meu Deus!!! Como pode a maior cidade do país, ter um sistema tão mal feito? Pra receber o MEU dinheiro de volta, tenho que preencher um formulário eletrônico e solicitar o reembolso. Coisa simples, não? NÃO!!!!
Comprei meu carro usado, com uma parte financiada. No documento, consta o CNPJ da financeira, como de praxe. Preenchi o formulário da prefeitura, e informei o meu CPF. Devolveram com a mensagem de que o CPF diverge do cadastro. Reenviei, informando o CNPJ da financeira, que é o que consta no documento. Me devolveram de novo, com a mesma mensagem. Que raio de cadastro é esse? Não bate com nada, nem com o que consta no Detran. Nesse meio tempo, resolvi reclamar pelo link “Fale Conosco”, que fica na mesma página que se faz o pedido de reembolso. Não funciona! Eu deveria estar surpreso? Tive então, a idéia “iluminada” de informar o CPF do primeiro proprietário do veículo. E não é que passou pelo sistema? Pensei: UFA! Finalmente vou receber MEU dinheiro de volta. Duas semanas depois, recebo novo contato da prefeitura: “O CPF/CNPJ informado diverge do cadastro bancário.”
Claro que diverge! O CPF é do antigo proprietário, único que a prefeitura aceita, e a conta é minha! Aliás, mesma conta de onde saiu o MEU dinheiro, agora em poder dos cofres públicos, como refém de um CPF imaginário, que só a prefeitura conhece.
Agora o circo está completo! E o palhaço sou eu...
Meu Deus!!! Como pode a maior cidade do país, ter um sistema tão mal feito? Pra receber o MEU dinheiro de volta, tenho que preencher um formulário eletrônico e solicitar o reembolso. Coisa simples, não? NÃO!!!!
Comprei meu carro usado, com uma parte financiada. No documento, consta o CNPJ da financeira, como de praxe. Preenchi o formulário da prefeitura, e informei o meu CPF. Devolveram com a mensagem de que o CPF diverge do cadastro. Reenviei, informando o CNPJ da financeira, que é o que consta no documento. Me devolveram de novo, com a mesma mensagem. Que raio de cadastro é esse? Não bate com nada, nem com o que consta no Detran. Nesse meio tempo, resolvi reclamar pelo link “Fale Conosco”, que fica na mesma página que se faz o pedido de reembolso. Não funciona! Eu deveria estar surpreso? Tive então, a idéia “iluminada” de informar o CPF do primeiro proprietário do veículo. E não é que passou pelo sistema? Pensei: UFA! Finalmente vou receber MEU dinheiro de volta. Duas semanas depois, recebo novo contato da prefeitura: “O CPF/CNPJ informado diverge do cadastro bancário.”
Claro que diverge! O CPF é do antigo proprietário, único que a prefeitura aceita, e a conta é minha! Aliás, mesma conta de onde saiu o MEU dinheiro, agora em poder dos cofres públicos, como refém de um CPF imaginário, que só a prefeitura conhece.
Agora o circo está completo! E o palhaço sou eu...
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Que rabo, hein?
Como bom palmeirense que sou, fiquei assistindo ao jogo entre Náutico x São Paulo, e nem preciso dizer pra quem estava torcendo. Logo no início do jogo, pênalti para o Náutico! Vai o camisa 9 pra cobrança... e o goleiro defende. Tudo bem, pensei, o goleiro deu sorte. Logo depois, gol do Náutico! E foi dele, o mesmo camisa 9 que havia perdido um pênalti momentos antes. Um gol chorado, prensado, rebatido, bola correndo sobre a linha e o pé salvador no último instante. Coisa de centroavante, o que importa é bola na rede. E o jogo foi seguindo, o Náutico, a cada minuto, tornando-se senhor da partida. Expulsão no São Paulo! Agora completou o quadro, não tem mais jeito.
Não vou narrar minuto a minuto, ainda mais jogo do São Paulo, mas, no final das contas, valeu a velha e batida máxima do futebol: quem não faz, toma! Deu São Paulo, de virada, 2 x 1. E como é difícil torcer pro Náutico... juro que me esforcei, mas o time é ruim demais! E esse centroavante... pelo amor de Deus!!! Não sei o que é maior: a ruindade do camisa 9 do Náutico, ou o ego do Hugo, do São Paulo. A única certeza, é que nenhum do dois tem conserto...
O campeonato segue aberto, Palestra na frente, e domingo, que venha o Santos!!!
Não vou narrar minuto a minuto, ainda mais jogo do São Paulo, mas, no final das contas, valeu a velha e batida máxima do futebol: quem não faz, toma! Deu São Paulo, de virada, 2 x 1. E como é difícil torcer pro Náutico... juro que me esforcei, mas o time é ruim demais! E esse centroavante... pelo amor de Deus!!! Não sei o que é maior: a ruindade do camisa 9 do Náutico, ou o ego do Hugo, do São Paulo. A única certeza, é que nenhum do dois tem conserto...
O campeonato segue aberto, Palestra na frente, e domingo, que venha o Santos!!!
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Sessão Amo Muito Tudo Isso: Churrasco
Churrasco
Terça-feira: Futebol! Última terça do mês: Futebol e Churrasco. O futebol ficou só no nome do jogo, e o churrasco... ah, o churrasco...
Cerveja, pão, cerveja, pão... e nada de carne. Aparece aquela cachaça de origem duvidosa e, naquela altura, já era até elogiada. Eis que surge “a bomba”, trazida diretamente do Rio de Janeiro. Se a cachaça tinha origem duvidosa, essa aí nem origem tinha. Quem trouxe afirmou ter pago 40 reais o litro, e que se tratava de uma fina mistura de ervas e... cachaça! Teve gente que achou ser extrato de samambaia com arruda, enquanto outros juravam ser água do Tietê. Não me arrisquei, continuei na cerveja com pão. Lá pelas tantas, surge uma lingüiça apimentada... e bota pimenta nisso! Saí cuspindo fogo, e nem quis pensar no dia seguinte...
Esse churrasco tá parecendo a ceia do capeta! Depois de muita espera, passa ligeirinha, uma rodada de picanha(?!?!), que mal chega à mesa. Nem sei se foi real, ou delírio meu. O pão já estava minguado, a cerveja esquentando na mesa, as vozes começavam a se enrolar, a tropeçar nas palavras... hora de ir embora!!! Mandei o tradicional “Falou!!!” e segui o caminho da roça.
Daqui a um mês, tem tudo de novo...
Terça-feira: Futebol! Última terça do mês: Futebol e Churrasco. O futebol ficou só no nome do jogo, e o churrasco... ah, o churrasco...
Cerveja, pão, cerveja, pão... e nada de carne. Aparece aquela cachaça de origem duvidosa e, naquela altura, já era até elogiada. Eis que surge “a bomba”, trazida diretamente do Rio de Janeiro. Se a cachaça tinha origem duvidosa, essa aí nem origem tinha. Quem trouxe afirmou ter pago 40 reais o litro, e que se tratava de uma fina mistura de ervas e... cachaça! Teve gente que achou ser extrato de samambaia com arruda, enquanto outros juravam ser água do Tietê. Não me arrisquei, continuei na cerveja com pão. Lá pelas tantas, surge uma lingüiça apimentada... e bota pimenta nisso! Saí cuspindo fogo, e nem quis pensar no dia seguinte...
Esse churrasco tá parecendo a ceia do capeta! Depois de muita espera, passa ligeirinha, uma rodada de picanha(?!?!), que mal chega à mesa. Nem sei se foi real, ou delírio meu. O pão já estava minguado, a cerveja esquentando na mesa, as vozes começavam a se enrolar, a tropeçar nas palavras... hora de ir embora!!! Mandei o tradicional “Falou!!!” e segui o caminho da roça.
Daqui a um mês, tem tudo de novo...
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Início...
Muito relutei em criar um blog, afinal, não sou alguém que tenha algo a dizer. Nem sei o que estou falando, ou que quero dizer, apenas digo o que me vem a cabeça. E mesmo isso, muda a cada instante. Mas, algumas palavras se fazem necessárias quando se inaugura alguma coisa, não é mesmo? Tudo bem que só eu leio o que escrevo...rs... Enfim, está inaugurado meu "cyber-espaço", intimista, meio lunático, e totalmente democrático! Desde que não me contrarie, claro...rs...
Assinar:
Comentários (Atom)
