quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Ela não era a mulher perfeita, mas era perfeita pra mim.

É... voltei. O fim não foi tão definitivo. Gostaria que algumas coisas também não fossem. Definitivo é um nunca, e isso me entristece. Nunca mais ver quem se ama, é algo que dói profundamente. Creio que nem a morte seja definitiva.
Fui do céu ao inferno, num curto período de 3 dias. Poderia ficar horas e horas falando dos motivos de minha tristeza nesse momento, mas, simplesmente, a culpa é minha.
Do alto dos meus 41 e anos, eu já deveria ser mais maduro, ter a cabeça mais centrada, e saber que coisas raras, devem ser cultivadas.
Encontrar uma mulher, é algo comum. Uma que seja bonita e se interesse por você, já demanda uma grande dose de sorte. Uma que seja bonita, inteligente, e que ainda por cima, te ame, é algo raro. Se você encontra e descobre que também a ama, não deixe escapar! Essa é a mulher da sua vida, acredite nisso! Eu encontrei alguém assim, e fiz coisas que nem eu acredito ter feito. Não digo traição ou algo do tipo, pois não levo jeito pra isso. Falo de não dar atenção, de não estar presente nos momentos em que ela mais precisava, não demonstrar meu amor, meu carinho. Sempre fui meio bronco, meio contido. Esqueci que o amor se constrói em pequenos gestos, que temos que cultivá-lo a cada dia. Consigo escrever melhor do que falo. Isso me atrapalha bastante quando o assunto é amor. Ela não era a mulher perfeita, mas era perfeita pra mim.
Pouco importa se a fila andou, se o encanto acabou, minha dor é a mesma. Minha amada virou o olhar pra outra direção, e não tenho mais como acompanhá-la.
Disseram-me para ser forte, para seguir em frente, dar tempo ao tempo. Vou procurar fazer isso. Nesses momentos, os amigos costumam ter razão, pois, quem está no olho do furacão, mal enxerga o próprio nariz.
Sendo assim, não haveria sentido em manter o Lunático no limbo. Ressuscito-o depois de 3 dias. Não é a primeira vez que isso acontece no mundo...rs...

Nenhum comentário:

Postar um comentário