sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
terça-feira, 6 de março de 2012
Recomeço
Não tivemos um relacionamento tranqüilo, pelo contrário, essa relação sempre foi marcada por discordâncias e desencontros. Os momentos bons superavam as contrariedades e, enquanto isso bastava, nós nos bastávamos.
Mas a vida, como todo o universo, é cíclica, e quem fica parado, está condenado a perder o trem.
Mais difícil que admitir o fim do amor, é admitir que você parou no tempo. Não que ela fosse a pessoa mais fácil do planeta, longe disso, mas, deixar a rotina tomar conta, é fatal pra qualquer relacionamento. Difícil também é enxergar que se parou no tempo e, imperdoável, é ter a chance de corrigir e optar por não o fazer.
Lamentações e culpas também te fazem parar no tempo, e esse não é meu objetivo.
Tive muito tempo para pensar, chorar, refletir e, mesmo doendo, vejo que ela tinha razão. Estamos em momentos diferentes, desde o início. No começo, eu ainda a fazia crescer, pelo novo, pelo inesperado. E as coisas foram caminhando, e a vida mostrando que nada é permanente. E o destino lhe pregou peças que a fizeram crescer. E esse crescimento não pode parar. Eu agora entendo a famigerada frase “preciso de alguém que me leve pra frente”. Poderia ser eu esse alguém? Talvez sim, talvez não, o fato é, que eu não soube ser. Optei por ficar parado, e ela não.
Ela quer alguém que esteja em sintonia com o momento dela, de aprendizado, conhecimento, conquistas. Eu já passei por muitas dessas fases e, até por isso, meu entusiasmo é diferente do dela. O que faz os olhos dela brilharem hoje, já não brilham tanto aos meus olhos. E isso não significa falta de amor, mas incompatibilidade de momentos mesmo.
Agora vem o mais difícil: abrir mão de quem se ama, ou tentar prendê-la junto a si? O sentimento cega e não deixa enxergar além do coração. E esse atrito gera mais atrito, e confusões, discussões. A ruptura é inevitável. E falamos coisas que não queremos, e ouvimos coisas que não merecemos. E a mágoa toma conta, ressentimentos são criados, traumas ressucitados.
Agora você está sozinho, o sofrimento já está pleno, a distância já se consolidou, a saudade e o sentimento de inconformismo se instalaram.
O que te resta? Deixar se abater e viver, mais uma vez, parado no tempo, ou erguer a cabeça, sacudir a poeira e seguir em frente?
A resposta é óbvia: quem fica parado, não só perde o trem, como deixa de viver.
Talvez lá na frente, seus momentos voltem a sincronizar, sem que isso implique em reatamentos, mas, só para mostrar, que até a sintonia é cíclica.
Em resumo, nossos momentos passaram, se distanciaram e precisam seguir seus próprios caminhos. Caminhos que levarão a outros caminhos, outras pessoas, lugares e, quem sabe, voltem a se cruzar... ou não.
E isso tudo, faz parte da vida. Os amores, decepções, ilusões, sonhos. Ninguém é de ninguém e nada acontece por acaso.
Difícil é crescer sem sofrer, mas, mais difícil ainda, é sofrer sem crescer.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Que Deus me ajude...
E esse amor que sinto, é tão grande, que não cabe mais em mim... o peso é demais pra uma pessoa só carregar. Pedi desculpas até por coisas que nem fiz, mas, pedi assim mesmo, na esperança de que algo mude, que ela siga o que o coração dela diz e deixe de ouvir pessoas que mal conhecem nossa vida, nossa história, que sempre foi de luta, provações, mas, de muito amor também.
Agora, tenho todo esse amor, perdido dentro de mim, sem ter pra onde ir. Tenho a lição aprendida, o arrependimento e a vontade de fazer tudo certo. Meus olhos se abriram, mas não há mais ninguém na sala...
Não sei o que fazer agora, só sei que minha cabeça não desliga. Do primeiro ao último segundo do meu dia, é ela que está no meu pensamento.
Já estou pensando em procurar ajuda médica mesmo, sei lá... acho que dessa vez, não consigo sair dessa sozinho.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Três meses depois...
Outros amores existem, é certo, mas, encontrar alguém como ela, é como ganhar na loteria. E eu deixei meu prêmio escapar por entre os dedos...
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós...
Agora é definitivo! Pelo menos, é o que sinto agora. Sim, já senti isso outras vezes, e contrariei toda lógica, todos os indícios, e lutei, me humilhei... e venci!
Venci? Talvez não seja bem assim...
Lembro do filme “Cemitério Maldito”, baseado na obra de Stephen King. Nesse filme, as pessoas (ou animais), morriam e, quando enterrados no dito cemitério, voltavam à vida. Porém, voltavam, digamos, diferentes...
É assim que vejo esse meu segundo tempo com minha Lindinha. Depois de tantas idas e vindas, essa mulher que voltou pra mim, não era a mesma. Eu me apaixonei por outra pessoa, que era sarcástica sim, mas, também era carinhosa, e era rude sim, mas não era grossa. E tinha o amor por mim espelhado em seus olhos. Essa que voltou, eu não conheço, e sequer gosto...
Detesto quando sou acusado por coisas que não fiz, aliás, quem gosta disso?
Achar que eu seria capaz de fazer macumba, mandinga, simpatia, ou seja lá o quer for, é me conhecer muito pouco, e duvidar do meu caráter, coisa que eu não aceito, em hipótese alguma. Some a isso, o fato da pessoa olhar em seus olhos e dizer: “Eu não te amo mais”. Pronto! Pra mim, esse é botão de “Off”. Não tem mais sentido continuar tentando.
Podemos brigar, discutir, chorar, espernear... mas, enquanto existe amor, tudo é contornável. Algumas pessoas adoram encontra defeitos no companheiro, e se esquecem de olhar o próprio umbigo. Algumas palavras machucam, mas se fazem necessárias. É muito fácil achar que o outro faz pouco na vida, quando você mesmo, nada realizou. Criticar é fácil, mas, vai lá fazer... aí, a coisa muda de figura.
As pessoas precisam entender e aceitar que, de vez em quando, precisam de ajuda especializada, de tratamento. Isso não é demérito, muito pelo contrário.
Tudo na vida tem um limite, uma linha tênue que, uma vez ultrapassada, não se tem como voltar. Eu cheguei nesse limite, ultrapassei essa linha.
Em certos dias sinto saudade dos bons momentos, mas, eles foram tão poucos que acabam não passando disso mesmo: momentos.
Foi melhor assim e, apesar da sensação de perda, da saudade e tudo mais, também sinto um grande alívio em não ser mais a fonte de frustração de outra pessoa. Chegamos num ponto em que, se chovia, era culpa minha.
Não sei se minha ficha ainda não caiu, mas, por enquanto, me sinto muito bem. Faço coisas que antes não tinha nem vontade de fazer. Conheço novas pessoas, outras cabeças, outras perspectivas...
Perspectivas, é o que tenho pra hoje. Imaginar que alguém como eu, não possua mais nenhum sonho nessa vida, é pensar muito pequeno.
Agora, tenho a oportunidade de continuar caminhando, mudar de direção, ou, simplesmente, seguir
Estou estranhamente aliviado, estranhamente... bem!
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Graças a Deus!
Sei que muitos não acreditam, ou mesmo, perderam a fé
Meu objetivo não é discutir a existência ou não de Deus, ou a fé de um ou de outro, nada disso. Esse espaço foi criado para expressar minhas poucas (e loucas) idéias. Ou mesmo escrever pra passar o tempo, descarregar a raiva, aliviar a tensão de um dia a dia na maior metrópole do país, ou, quiçá, do mundo.
Domingo, 21 de Agosto de 2011. São 12:50h, e estou indo com minha filha caçula, visitar minha mãe. Já é nosso ritual de Domingo: levar as meninas para visitar os avós, tia, primos... Nesse domingo, só iríamos eu e Juliana, já que Amanda tinha trabalhos escolares pra terminar, e decidiu ficar
Hoje eu só escrevo mesmo, pra tornar “pública” minha gratidão eterna a Deus.
Amém!
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Thor, Lindinha, Palmeiras... só tristezas...
Tirando isso... bom, tirando isso, ainda tenho uma grande tristeza me incomodando. Tem noites que sinto um vazio na alma, uma tristeza... saio na varanda pra tomar um ar e fico um tempão contemplando o nada. O amor tanto pode te trazer felicidade, quanto tristezas também.
Mas isso é assunto pra post exclusivo, e não estou a fim de me entristecer mais ainda.
Vamos falar do Palmeiras! Bom, também não dá pra dizer que não vou me entristecer com isso...rs... Fico impressionado como um time do porte de um Palmeiras, um dos maiores clubes do planeta, seja administrado com tamanho amadorismo. E isso não vai mudar tão cedo, infelizmente. Eu vejo um futuro sombrio e repleto de humilhações pro glorioso alvi-verde de parque Antártica. A continuar do jeito que está, virar uma Portuguesa ou Juventus, até que não seria tão mal. Eu vejo um quadro bem pior que esse. Tá na hora de renovar, botar gente nova pra comandar o clube. Que tal eleições diretas? Isso acabaria com esse clubinho da terceira idade, que insiste em jogar na lama todo um passado de glórias e conquistas.
Ah, isso já deu no saco... e o pior, é que esse bando de incompetentes, parecem ter a longevidade do Highlander... não será tão cedo que o Palmeiras voltará a ser grande. O jeito é continuar vibrando com pequenas conquistas, pequenas vitórias... infelizmente...
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
O Ritual
Semana passada assisti ao filme “O Ritual”. Mais uma vez, contrariei a crítica que li, e arrisquei a ver esse filme. Não me arrependi! Muito pelo contrário!!!
Devo confessar, que levei uns bons sustos com esse filme. Impressionante como esses filmes que tratam de possessão e exorcismo, são, geralmente, os mais assustadores.
Filmes como “A Profecia”, “O Exorcista”, “O Exorcismo de Emily Rose”, rendem bons sustos pra quem está assistindo.
Em resumo, gostei deste filme e, como sempre, a atuação de Anthony Hopkins como Padre Lucas, é impecável. Muito bom mesmo!
Vale a pena conferir!
Mais uma vez... solteiro!
Hoje amanheci triste. Acordei sozinho, sem minha companheira por perto. É estranho como só percebemos mais a falta de alguém, nos detalhes de cada dia. Senti a falta do pouco espaço do meu lado da cama, das cotoveladas involuntárias, do remexer durante a noite. Senti a falta de acordar durante a noite, e passar horas contemplando o rosto dela, dormindo profundamente.
Como desgraça pouca é bobagem, também fiquei sem meu gordinho. Thor é um filhote de Bulldog, com quase 3 meses de idade. Desconfio que, na verdade, seja alguma espécie de cupim gigante, fantasiado de cachorro. Come tudo o que vê pela frente, e nunca se cansa de morder. Mas, ao mesmo tempo, é carinhoso e companheiro.
Não tinha mais como cuidar dele sozinho, então, tive que levá-lo pra minha mãe, que se encantou com o bichinho. Hoje ele passou seu primeiro dia no novo lar, e parece estar se dando bem. Acho que será bom pra ele crescer num lugar com mais gente, com outro cachorro por perto. Fico triste pois, com certeza, ele irá eleger outro dono, a quem vai defender e ser fiel pra todo o sempre. Mas, ao mesmo tempo, fico feliz por tê-lo sempre por perto. É o meu menino! Bonachão, brincalhão, com aqueles olhinhos tristes e grandes. Ah... a vida é estranha mesmo. Agora que tínhamos ficado com mais cara de família, a família se desfez. Cada um num canto. Minha Lindinha com suas irmãs, meu gordinho com meus pais, irmã, sobrinhos... e eu... sozinho... outra vez...
Ê, vida de solteiro...
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Palmeiras goleia!!!
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Vai, Palmeiras!
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Palmeiras...
Ano Novo...
Crianças...
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Seriados
Eu sou um viciado em TV. Cresci assistindo desenhos, filmes e até mesmo novelas, por quê não? Com o advento do vídeo cassete, passei a gravar muita coisa, mas, somente com a invenção do DVD, passei a colecionar filmes. Acho que exagerei um tantinho nessa minha paixão, pois, hoje em dia, tenho um problemão em casa, por conta de não ter onde guardar tantos filmes. Mas este não é o ponto sobre o tópico de hoje. Eu queria mesmo era falar das séries que terminaram agora, que entraram em “recesso”, ou que foram canceladas. Séries que eu acompanho!
Smallville
Essa já passou da hora de terminar. Por mais apaixonado por quadrinhos (outra paixão minha) que alguém seja, não dá pra tapar o sol com a peneira. Smallville incorre no mesmo erro de Arquivo X, guardadas as devidas proporções, claro. Arquivo X também se estendeu demais. Chegou a nove temporadas, quando muito, deveria ter parado na sexta. Smallville está indo para o décimo ano, e nada do Superman voar com o famoso uniforme. A série ainda tem bons momentos, mas já está na hora de entrarem na fase final, na hora de transformar Clark Kent em Superman, de uma vez por todas.
Supernatural
A saga dos irmãos Winchester continua boa. Pra mim, que tenho filmes de terror como meu gênero favorito, a série é um prato cheio! E, embora adore essa série, também acho que já deviam pensar em encerrar a série no sexto ano. Melhor terminar por cima, do que começar a despencar vexatóriamente. Uma dúvida que me acompanha nesse último episódio: O profeta, na verdade, é Deus???
V
Ah, quem assistiu V – A batalha final, nos longínquos anos 80, não poderia perder esse remake. A série foi renovada, então, aguardo ansiosamente pelo início da segunda temporada.
House
Nosso médico favorito continua firme e forte! O jeito rabugento de House, não tem como passar incólume. Estou curioso para saber se Cuddy e House vão mesmo ficar juntos. Pra mim, isso seria o início do fim. House também começa a entrar na zona em que se deve começar a pensar no final da série. Eu tenho essa idéia, de que nenhuma série deveria ter mais que seis temporadas. Acho um tempo muito bom para se contar a história de qualquer coisa. Só sei que, assim que House terminar, não vai ter vicodin suficiente para aplacar o vazio que vai deixar. Mas, melhor terminar por cima, como já disse, do que se submeter ao ridículo, como foi o caso de Arquivo X. O personagem do canceroso, que sempre foi envolto em mistério e, aparentemente, tinha o controle de quase tudo, terminou ridiculamente enfiado num caverna, vestido de índio e fumando pela traquéia. Francamente... não desejo isso pra House.
Heroes
Esse já teve o cancelamento decretado. Infelizmente, a maldita greve de roteiristas acabou com essa série. De lá pra cá, a série meio que se perdeu e não voltou mais a empolgar como no começo, quando virou coqueluche, uma verdadeira febre mundial. Particularmente, eu sempre achei Heroes meio que imitação de The 4400, só que bem mais produzida.
Flashforward
Essa começou muito bem, com uma premissa inédita e bem original: um apagão mundial, que deixou todo mundo desacordado por 2 minutos e 17 segundos. Tempo esse, em que as pessoas puderam vislumbrar seu futuro. A partir daí, as variantes são muitas. Infelizmente, a séria andou se perdendo pelo caminho, teve uma parada para reavaliar seus rumos, e isso quebrou o ritmo. Uma pena jogar fora uma idéia tão boa.
Fringe
Essa, provavelmente, é minha série favorita atualmente. Não há como negar as semelhança com Arquivo X. Sim, eu cito muito Arquivo X, porque, pra mim, essa é a série mestre, uma das melhores de todos os tempos, apesar de seu final caótico.
Voltando a Fringe, a série me parece ir bem. Alguns momentos regulares, outros muito bons, e assim vai indo. O último episódio da temporada, deixou com gostinho de quero mais! Mal vejo a hora de Setembro chegar...
True Blood e Dexter
Essas estão para voltar agora, em Junho. True Blood eu acompanhei inteira e estou em dia. Já Dexter, parei acho que na terceira temporada, e preciso me atualizar. As duas são excelentes! Serão minha companhia nessas noites de inverno que se aproximam.
Bom , essas são as séries que acompanho regularmente. Poderia falar de tantas outras, como Paradox, Cáprica, Stargate Universe, One Tree Hill, que comecei a ver e não dei continuidade. Ou outras que tenho curiosidade em ver, mas ainda não tive tempo. Não faço análises técnicas das séries, uma, que não tenho competência pra tanto, outra, que vejo apenas como fã, não como crítico.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Memórias
Tanta coisa que eu vi nesses meus poucos anos sobre a Terra. Quanta coisa guardada nos porões da memória. Os doces vendidos na porta da escola. A maioria nem existe mais! Aquelas balas que vinham em “tiras”, as Gotas de Pinho Alabarda, com os seus adesivos românticos, Gelatina colorida, quer dizer, nem tão “colorida” assim, já que sempre eram Vermelha/Amarela. Gelinho, paçoquinha Amor, balas Juquinha (lembro até da musiquinha: Juquinha quando está chupando bala, não fala! Não fala, não dá bola e nem dá bala... Juquinha! Balas Juquinha, Balas Juquinha...”. Drops Dulcora, bala de leite KIDS (“a melhor bala que há”). As figurinhas de futebol que vinham no chiclete “gigante” da Ping-Pong, o Futebol Cards. E lá se foram meus dentes no meio de tanto açúcar. Tudo passou tão rápido. Num dia, estava na laje da minha tia, empinando Pipa, que era minha paixão. No outro, já estava na praça Ramos, procurando emprego, numa segunda-feira de manhã. Comecei a trabalhar, estudar a noite, veio o casamento, as filhas, os empregos foram mudando, a separação, o recomeçar, a tristeza, a felicidade. Tudo foi acontecendo, e a sensação que tenho hoje, é que muita coisa passou sem que eu as tivesse vivido plenamente. A vida é muito breve ou o relógio é muito rápido? Sinto saudade de tanta coisa daquela época de escola. Os primeiros amigos, as primeiras paixões, as primeiras descobertas. Isso deve ser a vida! Vivemos pensando no amanhã, esquecendo de viver o hoje. E não digo viver por viver, mas aproveitar mesmo, cada segundo, cada momento. Infelizmente, esse pensamento só chega quando o tempo já passou. É nesse momento que agradeço a Deus por termos memória! Só essas lembranças pipocando do nada, já me trazem a certeza de que a vida é preciosa demais.
Ontem já passou, portanto, o Amanhã que me aguarde, pois Hoje é onde estou!
E o consumidor...
E olha que, hás uns 4 ou 5 anos, não era assim não. Eu precisei acionar a Ouvidoria para solucionar um problema de instalação no meu prédio e fiquei impressionado e satisfeito com o atendimento. Em pouquíssimo tempo resolveram a questão e, graças a essa agilidade, ganharam vários clientes no meu condomínio. Quem diria que, pouco tempo depois, cairiam na mesmice das pseudo-ouvidorias. Mas isso não é privilégio da NET. A COMGÁS está quase me convencendo de que é altamente "inoperante", como diria minha amada. É aguardar pra ver... ou não.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Esquizofrenia
Amo te odiar, e também odeio te amar
Quero você bem perto de mim,
Quanto mais longe, melhor!
Seu carinho me acalma, relaxa, me irrita!
O cheiro do seu perfume me lembra coisas boas,
Como as que se guardam no esgoto
O esgoto, que lugar mais deprimente
Pra guardar o que se sente
Se esse amor um dia foi grande,
Quem garante que era meu?
O ódio domina o meu dia,
E é assim que sigo te amando.
Não tenho ninguém e nem te quero,
Pois só você é o que espero,
Longe e perto, errado ou certo.
O tempo passa rápido,
E demora tanto a passar.
Futuro? Quem disse que existe?
Te espero lá então, não desiste!
Ô, meu amor, sinta o sangue escorrendo,
Estou te vendo partir, pra não mais voltar
Demorou pra sair desta vida, me largar...
Espero que volte logo!
domingo, 20 de dezembro de 2009
Final de semana muito louco!
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Por que Lunático?
LUNÁTICO
Vivia no mundo da lua,
Adorando a solidão,
E já não lembrava que
O amor existia, era lembrança
Distante, talvez imaginação.
E na lua vivia feliz...e flutuava!
E nem sabia se era dia ou noite
Quando longe avistou uma estrela
Diferente e apaixonou-se por seu
Brilho mágico;
Lembrou-se então do amor e passou
A sentir sua ausência;
Fechou seus olhos ao tempo e sonhou...
E talvez por tanto amor a estrela lhe
Sorriu;
E da lua ele adorava a estrela e pedia
Ao deus de tudo:
- Não me acorde, não me acorde...
(Marcello)
