quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Graças a Deus!

Sei que muitos não acreditam, ou mesmo, perderam a fé em Deus. Não sou um desses. Por muitas vezes tive provas de que Deus existe, basta saber reconhecê-lo, por menor que sejam os sinais. Sim, por menor que sejam os sinais, pois, Deus está tanto nas estrelas gigantes, como também naquele grão de poeira que, muitas vezes, nem sequer percebemos.

Meu objetivo não é discutir a existência ou não de Deus, ou a fé de um ou de outro, nada disso. Esse espaço foi criado para expressar minhas poucas (e loucas) idéias. Ou mesmo escrever pra passar o tempo, descarregar a raiva, aliviar a tensão de um dia a dia na maior metrópole do país, ou, quiçá, do mundo.

Domingo, 21 de Agosto de 2011. São 12:50h, e estou indo com minha filha caçula, visitar minha mãe. Já é nosso ritual de Domingo: levar as meninas para visitar os avós, tia, primos... Nesse domingo, só iríamos eu e Juliana, já que Amanda tinha trabalhos escolares pra terminar, e decidiu ficar em casa. O trajeto é curto, menos de 1 Km. Parei o carro no semáforo, esperando minha vez. Sinal vermelho, o tempo passando, e eis que um ônibus encosta atrás do meu carro. Pouco depois, um outro ônibus vira a rua, vindo do outro sentido e pára do meu lado, pois não conseguiria passar. A rua é estreita e os dois ônibus, em sentidos diferentes, não conseguem passar ao mesmo tempo. Sendo assim, o jeito é esperar o farol abrir para que possamos desobstruir a via. E assim ficamos, não mais que alguns segundos, aguardando o verde. O sinal abriu, engatei a primeira e... foi aí que Deus resolveu interceder e, sem mais nem menos, a marcha do carro “desengatou”. Sim, foi assim mesmo. A alavanca do câmbio pulou de volta ao ponto morto e o carro não saiu do lugar. Já me auto-xingando, engatei a marcha novamente e comecei a pisar no acelerador, ao som da buzina dos ônibus, agora já impacientes. Nisso, vindo da minha esquerda, sem nenhuma sombra de prudência, um terceiro ônibus avança o sinal vermelho e passa a alguns centímetros do meu carro. O susto foi grande, mas, minha gratidão a Deus foi maior! Afinal, como não enxergar uma intervenção divina num gesto tão raro e simples? Não é nada comum, pelo menos pra mim, a marcha do carro desengatar assim, do nada, e num momento tão providencial. Dois segundos antes, eu teria sido pego em cheio, por um motorista de ônibus pra lá de idiota. E o pior, que minha caçula estava comigo, tão pequena, cheia de vida e sonhos.

Hoje eu só escrevo mesmo, pra tornar “pública” minha gratidão eterna a Deus.

Amém!

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